terça-feira, 3 de junho de 2014

(sobre festas e silêncios)

Da pele que fala
O corpo dói no vazio infinito.
Sinto,
Sofro,
Calada,
À noite, fantasiada de paz,
De sorriso amarelo no poente:
- Oriente-se!
E livre, a razão carnavaliza.
É festa!
- Vês? Não sabes o que sentes?
E carente.
Doente.
Dormente...
A alma volta,
O olhar desmente,
A pele se cala


Em seu corpo quente.

(22/05/2014)
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